Grécia Parte III: Mikonos & Santorini

A primeira parada do navio saindo de Atenas (A capital da Grécia) foi a ilha de Mikonos.

O que você imagina ou já viu em fotos? Um mar de um azul indescritível com umas casinhas brancas contrastando não é? É assim mesmo.

A mitologia grega ensina que a ilha de Mikonos levou o nome em homenagem ao neto de Apolo: Mykonos. 

A ilha faz parte do arquipélago de Cíclades e fica no mar Egeu.

A maior parte das ilhas gregas é seca, com pouca água e pouquíssima vegetação, há exceções, mas Mikonos não é uma delas.

As ruas estreitas de mármore  escorregadio contrastam com o branco das casas (e portas coloridas) e o azul do mar Egeu ao fundo.

Nas andanças pela capital você vai encontrar buganvílias roxas, cereja e vermelhas. E, claro, os famosos moinhos.

Colorida a capital Hóra ou Chora se espalha pela ilha que tem apenas 86 km². 

Jantarzinho com direito a por do sol e uma vista incrível: dica do dia.

Lembrando que na ilha há diversas praias: Paradise beach para quem gosta de festa e Ornos e Platys para casal ou família. 

Mikonos em toda a sua majestade:

 

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E por falar em Mikonos há um filme de 1989 chamado Shirley Valentine (uma dona de casa inglesa que está de útero cheio do casamento morno e vai para a Grécia) que se passa na ilha, aí vai um pedacinho da inglesa chegando em Mikonos e passeando pelo local:

 

A ilha de Santorini tem o formato de meia-lua e no centro a cratera de um vulcão, criada por uma série de erupções cerca de 1650 a.C.

A beleza da ilha vem desse “acidente” geológico. Fica lá no alto, no cume do penhasco as casinhas brancas com cúpulas azuis e igrejinhas escondidas.

Prepara as pernas (e o joelho) ou aluga um burro- melhor não-  para subir os inúmeros degraus estreitos.

O vilarejo mais bonito de Santorini chama-se Oia. É lá que param os navios e você consegue (com sorte) subir pelas escadas estreitas e infestadas de turistas, como eu e você, chegar antes do por do sol.

De fato é um dos mais bonitos que já vi.

Se você quiser um pouco de sossego e tiver tempo vá até a baía de Amoudi, seus 250 degraus estreitos (do centro de Oia até lá embaixo) valem a pena.

Para um jantarzinho a dois: comida tradicional.

Não há praias como em Mikonos, além da baía que citei acima não há muito o que se ver em Oia, mas passear pelas ruazinhas estreitas com direito a uma vista sem precedentes, não tem preço como diz a propaganda.

Infelizmente cruzeiro tem dessas coisas: não dá tempo de curtir o local (falarei sobre o cruzeiro no próximo post).

Mesmo que desse provavelmente não tenho grana para ficar hospedada lá, aqueles hotéis paradisíacos com piscinas e vista para o mar Egeu chegam a quatro dígitos a diária.

Entretanto, se você puder fique pelo menos uma noite lá.

É uma ilha lindíssima, escolhida para as fotos de casamento e destino de lua de mel você vai se deparar com noivas em cada esquina de Oia.

 

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Um por do sol inimaginável:

 

Um vídeo de 2:23 abaixo com as cores que você imagina e toda a beleza de Santorini. Crédito: Chillout channel.

 

 

No próximo (e último post sobre a Grécia) falarei sobre Rodes e a experiência do Cruzeiro.

Paramos também em Patmos e Éfeso. O último as melhores fotos estão na viagem que fiz (recente) à Turquia ( Se você ainda não viu).

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Boa jornada!

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