Mongólia Parte I: Ulaanbaatar

A viagem mais longa que já fiz na vida.

Escolhi a Lufthansa que juntamente com a Air China fizeram o percurso: São Paulo- Frankfurt- Pequim- Ulaanbaatar.

Voos longos e na ida sem parada para descanso.

O voo da Air China em Pequim foi cancelado de última hora, não havia nenhum balcão de informações da companhia aérea dentro da área de embarque, somente o aviso de que ele partiria às 18:00 ao invés de 6:35.

Resultado: horas de espera no aeroporto de Pequim. Que por acaso tem um hotel dentro e é possível alugar um quarto por algumas horas e dar um cochilo.

Se você não tiver visto para a China é a única opção, eles não te deixam sair do aeroporto quando há uma conexão.

Observação importante: há internet disponível no aeroporto, mas na China o Facebook ,o What´s app e o Google não abrem, a não ser que você tenha VPN e consiga driblar o local do IP. Assim só resta o antigo SMS mesmo.

Desbloqueei o meu celular para mensagem e ligações internacionais já que ficaria longe e sem rede durante muito tempo.

Me foi muito útil. Falaremos da China mais para frente.

Acomodação. Fiquei no seguinte hotel na chegada a capital: Hotel. Simples, mas confortável e super bem localizado. Com a opção de transfer do aeroporto: $15,00.

Se você vai chegar à noite ou teve uma longa viagem pode ser uma boa opção.

Próximo ao hotel há diversos restaurantes, cafés e o mais importante: lojas de conveniência.

Água é o bem mais precioso e você vai precisar de muita.

A capital da Mongólia é moderna, cheia de prédios e com um trânsito bem parecido com o de São Paulo (atenção na ida para o aeroporto para não perder o voo).

Tem uma pegada mais russa (pelo que vejo em filmes) do que chinesa.

Dizem que é um mistura dos dois estilos na verdade, segue aí as andanças na capital pela manhã e o prédio do Parlamento com a estátua do herói nacional:

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Aproveite para tomar café de verdade, já que no interior o máximo que você vai conseguir é café solúvel.

Há uma rede chamada Café Benne em toda a cidade, excelente local e ótimo café. Tem para todos os gostos:

A cidade é barata, da comida ao café tudo é super acessível. A moeda chama-se Tugrik(MNT) e é na casa dos milhares:R$ 1,00 = MNT 648.

Uma excelente refeição custa MNT 5.000,00. Garrafa de água em média (depende do lugar que você se encontra) MNT 1.500,00. Café MNT 600,00. 

Fiz a maior parte das visitas na capital sozinha (é pequena) somente utilizei carro para ir ao Complexo Genghis Khan pois fica afastado da cidade.

Peguei táxi duas vezes e paguei o valor combinado na recepção do hotel.

Dava uma corridinha na cidade pela manhã cedo (o sol nasce às 4:30 nessa época do ano) e não me senti insegura em nenhum momento.

Reservei 3 dias para conhecer a capital e tentar adaptar o corpo (são 11 horas de fuso horário), mas perdi um dia em função do cancelamento na China.

Tive que correr um pouco a fim de visitar os locais de interesse.

Os pontos turísticos que eu recomendo em Ulaanbaatar ou Ulaan Bator:

Monastério de Gandan (Gandantegchinlen), como a cidade é desprovida de transporte público eu peguei um táxi e fui até lá:

 

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O monumento ao soldado soviético (que também é o ponto mais alto da capital), prepara o fôlego são não sei quantos degraus: 

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O complexo Genghis Khan que fica afastado da capital. Há alguns tours disponíveis na recepção do hotel, mas achei super caro.

Cerca de $150,00 incluindo o almoço (quem é que precisa almoçar?).

Fui de carona com uma amiga que mora lá e que fez papel de guia (paguei a gasolina) para economizar no que seria desproporcional a meu ver .

Creio que é possível contratar um táxi e combinar o valor com antecedência, fale na recepção do hotel e veja o que consegue.

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Partindo da capital peguei um tour a fim de atravessar o país e experimentar a Mongólia de modo mais típico possível.

O tour chama-se Wild Mongolia e de fato, é selvagem.

Estradas de terra numa van russa e parando a cada 3 dias em média a fim de comprar suprimentos (como água que é essencial), ficando por duas vezes em casas (Gers) de família que nunca vi antes na vida e dormindo em saco de dormir para temperaturas abaixo de zero.

Nos próximos posts vou descrever com detalhes a experiência a partir dos locais que passamos no país. 

O que eu posso dizer é: uma nova vida se descortina a partir de experiências em um país belíssimo e inóspito, cujo povo me recebeu muito bem, com sorrisos e simpatia para dar e vender.

Um povo simples, cheio de generosidade e feliz. Mongólia senhoras e senhores. Bem vindos.

5 comentários sobre “Mongólia Parte I: Ulaanbaatar

  1. É Filhota, isso foi uma maratona e tanto.
    De fato o chinês é um povo acolhedor, tive oportunidade de conviver durante os 2 anos que estive em Macau.
    A moeda deles é muito fraça e mais fraquinha é a moedo do povo que possuo algumas notas pequeninas.
    Estás de Parabéns por mais esta viagem espectacular a juntar às outras que já realizaste.
    És uma cidadã do mundo🇧🇷 X♥

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