Aprendendo a ensinar: o maior desafio do professor

Um bom professor é aquele entusiasmado com o processo de aprendizagem.

As palavras mente e mentor vem da palavra grega menos – que significa mente.

Mas é uma palavra flexível ela pode significar intenção, força ou propósito. Ou ainda espírito e memória.

O mentor é o responsável por redirecionar a vontade, reforçar a mente do herói nas histórias – que tem a jornada do herói como pano de fundo – para que ele enfrente uma provação com confiança.

Questionamos se aquilo que estamos fazendo está correto ou ainda, se podemos fazer melhor. Como explicado no excelente livro a prática Educativa – como ensinar. O que é satisfatório? O que pode melhorar? E traçamos um novo plano, ajustando a metodologia às necessidades do aluno.

Não é esse o papel do professor? Segurar na mão, fornecer ferramentas suficientes para que o aluno seja capaz de andar sozinho, imbuir confiança e coragem para os desafios do caminho?

E quando eles estiverem prontos ✅- soltar a mão. E dizer: agora você pode caminhar com seus próprios pés, mas se precisar de mim estarei aqui sempre!

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Há que ter em mente que o aprendizado é apenas um estágio provisório na jornada do aluno – a função do professor é desempacar, fornecendo ajuda e equipamento apropriado para a escalada – não é uma montanha o aprendizado de qualquer coisa?

Soltar a mão do aluno também é difícil. Dizer agora vá! Break a leg! You are ready. Mas é fundamental 😊.

Me despeço de alguns alunos – depois de um ano de curso – com o coração na mão. Entretanto percebo que eles conseguiram o emprego que desejavam, que adquiriram a fluência e que não há nada mais que eu possa oferecer além de me colocar à disposição para as eventualidades.

Há alguns alunos que preferem estudar sozinhos, pensando nisso eu escrevi o Aprenda Inglês Sozinho, você já viu o livro? E, outros ainda, necessitam de um professor.

No excelente Learning Teaching o escritor nos remete a sala de aula, de quais professores nós lembramos? E o motivo pelo qual eles foram importantes.

Claro, que isso é muito subjetivo. Entretanto eu lembro da Tia Graciete, minha professora de português, e do professor de história, Cláudio Noronha.

O que eles tinham de “diferente”? Tia Graciete me ensinou a amar a nossa língua, assim como a cuidar do meu caderno, a separar as matérias e a entender análise morfológica: ô sufoco!

Meu professor de história, Cláudio Noronha, me levou até a Grécia.

Eu era apaixonada por história antiga, bem como mitologia e com suas aulas decidi que desejava conhecer o país. Esse foi o primeiro passo para que eu escrevesse o Mochilando com as Deusas. Teria eu ido a Grécia se não fossem as aulas de história? Depois disso, teria começado a escrever?

Não sei.

O que tenho certeza é que ele foi fundamental na minha vida.

Com os meus alunos não é diferente. Procuro adequar a metodologia, modificar padrões para que eles alavanquem suas carreiras ou alcancem a desejada fluência no inglês.

Questiono muitas vezes quando e como devo melhorar, mas sigo tentando realizar os seus objetivos ou sonhos.

E assim, meus heróis e heroínas seguem suas jornadas depois da orientação e encorajamento que o professor pode e deve fornecer, não sem antes deixar uma espécie de vazio na minha vida.

Ainda assim tenho certeza de que fui mentora. E isso é o máximo que podemos querer dessa jornada, você não acha?

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